quinta-feira, 26 de março de 2009

Marcelo Mendes, 9.º B, n.º 18


Rui Baptista, 9º A, n.º 20

D. Inês de Castro

Inês, dama bondosa,
A fronteira atravessou.
Pessoa tão generosa
Que o príncipe amou.

Pai de filho apaixonado
Pelo povo se deixou influenciar,
Pai tão desesperado
Que Inês mandou matar.

Pedro e Inês se amaram,
Mas com grande crueldade,
Com uma espada a mataram,
Na flor da idade.

Rui Baptista,
N.º 20
9º A

Vanessa Conceição, 9.º B, n.º 26

D. Pedro I, o grande amor de Inês

D. Pedro nasceu em Coimbra, a 8 de Abril de 1320, e foi o oitavo Rei de Portugal.

Era filho do rei Afonso IV e de sua mulher, a princesa Beatriz de Castela.


Pedro é conhecido pela sua relação amorosa com Inês de Castro, a aia galega de sua mulher, D. Constança, que influenciou fortemente o seu coração.


Era um amor proibido, pelo que Inês acabou assassinada por ordens do rei (D. Afonso IV) em 1355.

D. Pedro revoltou-se contra o seu pai e nunca lhe perdoou o assassinato de Inês.


Uma vez coroado rei, em 1357, Pedro anunciou o casamento com Inês, que teria sido celebrado em segredo. No entanto, não há nenhum registo oficial dessa união.


Teve os cognomes de “O Justiceiro”, “O Cruel”, “O Cru” e “O Vingativo”, porque procurou vingar a morte da sua amada; e também o de “O-Até-ao-Fim-do-Mundo-Apaixonado”, pelo amor que lhe teve até à sua morte.


D. Pedro acabou por vingar a morte de Inês, quando dois dos seus assassinos, Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves, foram capturados e mortos com enorme brutalidade. A um, diz-se, foi arrancado o coração pelo peito, e ao outro, pelas costas.


Conta também a tradição que D. Pedro mandou desenterrar o corpo da amada, coroou-a Rainha de Portugal, e obrigou os nobres a procederem à cerimónia do beija-mão real ao cadáver, sob pena de morte.


Ordenou ainda a execução de dois túmulos, que foram colocados no Mosteiro de Alcobaça, um frente ao outro, para que, no dia do Juízo Final, os eternos amantes, então ressuscitados, de imediato se possam ver.


Pedro reinou durante dez anos, e foi extremamente popular.


Faleceu em Estremoz, a 18 de Janeiro de 1367.


Vanessa Conceição,

n.º 26
9º B

Catarina Almeida, 9.º B, n.º 4



Inês de Castro

Sabes bem que eu te amo Inês,
Sei bem que gostas de mim,
Sabes que nunca te vou deixar.
Sei que para ti isto não é um simples gostar.

Acredito que algo nos uniu
Uma química talvez,
Fomos feitos um para o outro
Tu, bem sabes, Inês!

És o brilho dos meus olhos
És a flor que cheira bem
Com a tua saia de folhos
Só eu te amo, e mais ninguém.

És o meu sorriso
A razão do meu viver,
És quem eu mais preciso
Desde o amanhecer.

És a minha vida,
A minha felicidade,
O meu mundo,
A minha alegria.
Nunca te deixarei
Fomos possuídos por magia.

Vamo-nos encontrar
Nem que seja só p’ra te olhar
Poder te tocar...
E conseguir te beijar!

Catarina Almeida

n.º4
9ºB

terça-feira, 17 de março de 2009

Poema de Natália Correia

Romance de D. Pedro e Dona Inês


Era seu colo de neve
tocado daquela graça
do contorno mais breve
onde o infinito se enlaça

Morta, em sua fronte uma conteslação
era presságio do ritual macabro
duma coroação.

O que bebera em sua carne a claridade
que dos deuses escorre para a mais pura taça
partiu com as mãos de tempestade
apressando com ira
e com desgraça
a fatalidade que os ungira.

E só parou quando mudo no espanto
onde o enlevo da morte se adivinha
o fim do mundo ficou esperando
aos pés da mais fantástica rainha.

in, Poemas
de
Natália Correia


sexta-feira, 13 de março de 2009

Iconografia em filme

Vânia Fontainhas, 9.º B, n.º 27











Vanessa Conceição, 9.º B, n.º 26




Vanessa Almeida, 9.º B, n.º 25




Ricardo Costa, 9.º B, n.º 23




Mariana Tavares, 9.º B, n.º 20







Mariana Fernandes, 9.º B, n.º 21




Maria Maia, 9.º B, n.º 19




Luísa Silva, 9.º B, n.º 16




Kateryna Kyrychuk, 9.º B, n.º 15




Kassandra Lima, 9.º B, n.º 14




José Fernandes, 9.º B, n.º 13







João Freitas, 9.º B, n.º 12




Fernando Rocha, 9.º B, n.º 10


Elisa Antunes, 9.º B, n.º 7




Dalila, 9.º B, n.º 6


Catarina Almeida, 9.º B, n.º 4




Ana Patrícia, 9.º B, n.º 2




Iconografia

Pedro e Inês

terça-feira, 10 de março de 2009